quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Naquele Tempo

O tempo vai passando e nossa memória começa a falhar pra fatos recentes e lembranças do passado voltam com mais nitidez.
Eu sou do tempo do Cine São José. Naqueles tempos aos domingos tinha matinê, sessão das 18:30 e sessão das 21:00.
Primeiro a missa obrigatória semanal pra poder ir na sessão das 18:30...
A concentração da galera, da rapaziada, era em frente ao Bicas Bar, ao Cinema e no Tabuleiro da Baiana. O fluxo de carros era pequeno, a estrada pra São João Nepomuceno era de chão. O trem ainda estava a todo vapor e as oficinas também.
Tinha a Fábrica de Calçados Almirante da família Curzio, com muitos funcionários que chegavam as 7 horas com os apitos da Leopoldina e as sirenes da fábrica. Na hora do almoço o movimento era intenso em frente a minha casa, na Sapataria Zélia.
Meu pai recebia os pedidos, os sapatos via trens e meu tio Felício Rebouças era o chefe da estação.
Naqueles tempos a Praça São José estava sendo remodelada com espelho d'água e seu entorno era de terra batida...
Passados alguns anos e lá estava eu, na puberdade, aprendendo coisas na rua, depois da missa esperando a sessão das 18:30. As "meninas" vestiam suas melhores roupas, sempre acompanhadas de irmãs mais velhas e os namoros eram escondidos dos pais, pelo menos enquanto não começava a sessão.
O esquema era o seguinte: as minas entravam primeiro lá nas filas do gargarejo e sentavam juntas. Assim que apagavam as luzes elas mudavam a configuração saltando uma cadeira pro's meninos sentarem. Era ensaiado e todo mundo já sabia o que fazer. Não havia tempo a perder.
Naquele tempo a coisa era demorada. Pra "pegar na mão da mina" durava quase um filme inteiro, porém quem conseguia sabia que o beijo tava próximo ou seria no próximo domingo...
A turma da sessão das 21:00h já ia bem mais adiantada, já adentrava no Cine São José de mãos dadas e o amasso era inevitável, só terminando no portão da casa da namorada.
Quem conseguia chegar na varanda estava com os dias contados e coisas mais íntimas rolava com "consentimento" dos pais.  
Esse "esquema" perdurou por muitos anos até que a televisão foi revirando os conceitos e preconceitos, a mulheres foram se emancipando e os cinemas definhando.
Naqueles tempos o caboclo que "pegava na mão" na primeira sessão era celebrado durante a semana como um dom Juan e virava celebridade até que outro provava que já tava beijando...na boca!!!
Nos dias de hoje a coisa mudou muito. No primeiro encontro o sexo rola normal e sem compromisso. Namoro na varanda passou pro quarto e cinema é no sofá da casa da sogra e a sessão é das 24:00h em diante...
Bons tempos!

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Ao Amigo José Maria

A Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paraibuna - AMPAR, viveu momentos de grandes realizações entre os anos 1980 e 2000. Foram 20 anos de muito trabalho, muito investimento e principalmente muitas realizações.
Neste período ou fase de ouro quem esteve a frente desse levante foi o amigo Dr. José Maria de Souza Ramos.
Como Secretário Executivo desta Associação, Zé Maria, como é chamado pelos mais chegados, fez coisas que pareciam impossíveis se tornarem realidade, principalmente com a inclusão, no mapa, dos pequenos municípios filiados.
Um dos primeiros feitos do Zé Maria, foi a criação do Escritório de Engenharia. Nessa época meu pai era prefeito de Bicas e presidente da AMPAR.
Esse escritório incrementou de forma positiva várias obras e disponibilização de recursos junto aos órgãos estaduais e federais, que sempre exigem projetos e orçamentos exequíveis de suas demandas. Várias cidades não disponibilizavam, serviços de engenharia, de projetos, de sistemas de abastecimento de água, passaram a ter seu fornecimento padrão com qualidade e que funcionam muito bem até os dias de hoje.
Logo a seguir, nosso Secretário, com muita antevisão deu um passo mais largo quando mudamos de um pequeno escritório no Solar do Progresso e um Fiat 147 bem rodado, para uma casa ampla e bem localizada na Avenida dos Andradas.
Foi nessa época que chegamos a ter mais de 30 cidades filiadas e atendidas em vários setores tais como: jurídico, contábil, engenharia e terraplanagem.
Esse serviço de terraplanagem foi conseguido com muito esforço do Dr. José Maria e também do grande prefeito Dr. Francisquinho de Mêrces, que ficou conhecido como prefeito pé quente.
A patrulha moto mecanizada era formada por uma F1000, um trator D4, uma retro escavadeira e duas motoniveladoras (patrol), tudo zero bala. As estradas vicinais da região foram todas remodeladas.
Tive a honra e o prazer de fazer parte desta equipe e essa oportunidade também foi obra do Zé Maria, que esteve na minha formatura tempos atrás.
Por volta de 1986, encontrei com o Zé Maria em BH, eu trabalhava no CETEC   quando ele me perguntou: Quer voltar pra JF? 
E ele conseguiu junto a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, onde eu estava lotado, o meu passe sem ônus pra Associação!
Graças a esse gesto, essa atitude, pude voltar pra cá, com a família, pude aprender muito, crescer e viver da engenharia até os dias de hoje, como diria o Ivan Lins...
Fiz vários cursos de aperfeiçoamento, conheci vários prefeitos e vereadores de toda a região, fizemos grandes obras. Minha vida profissional mudou muito e pra melhor com essa mexida do amigo Zé Maria.
Dr. José Maria, herdou muita coisa boa do saudoso Professor Nelson Ramos, principalmente o espírito empreendedor, só que no caso do Zé Maria esse empreendedorismo foi colocado em favor dos municípios e da AMPAR.
Com tantas realizações e benefícios conseguidos para os municípios, a AMPAR passou a ser referência política também  e reivindicações conjuntas e importantes foram concebidas em assembleias de prefeitos e autoridades. Nessa época uma reivindicação que chegava a Brasília ou a BH com a chancela da AMPAR (o logo foi uma criação do Zé Maria com o saudoso Bello), era colocada na pauta de prioridades. Afinal estávamos fazendo a diferença.
Outro fato até pitoresco em relação a esse período fantástico, ocorreu de forma inusitada, pois prefeitos de pequenas cidades, com pouco ou nenhum traquejo, se sentiam mais confiantes ao ser associado, já que participavam de eventos, almoços, jantares, coquetéis e solenidades, aprendendo coisas, etiqueta e protocolo.
Me lembro que certa vez levamos um prefeito pra almoçar no Berttu's e pedimos um medalhão de filé com piamontês. Ele ficou tão encantado com aquele prato que dali em diante pelo menos uma vez na semana, trazia seus correligionários e gritava pro garçom: Medalhão pra todo mundo!   
Antes de terminar seu ciclo e fechar com chave de ouro, Zé Maria ainda conseguiu mais um trunfo, conseguiu o que ninguém tinha conseguido: uma sede própria para a AMPAR onde funciona até hoje. Em parte do prédio do DER, em Santa Terezinha, Juiz de Fora.
Obrigado amigo.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

O Gabinete Paralelo

O gabinete paralelo também chamado de gabinete sombra, governo paralelo, ou, em inglês, shadow cabinet, surgiu na  oposição inglesa ao sistema Westminster de governo, os quais, sob a liderança do líder da oposição (ou o líder de outros partidos de oposição menores) formaram um gabinete alternativo ...
No Brasil, que "pega carona" em expressões do primeiro mundo, a coisa não foi bem assim. Aqui o gabinete paralelo citado exaustivamente na mídia globista e de audiência em queda vertiginosa, a expressão foi usada pra denegrir o Presidente Jair Bolsonaro.
Toda e qualquer reunião ocorrida no Palácio do Planalto, agendada ou não foi taxada de reunião do gabinete paralelo.
Bastava o presidente se reunir com seus filhos e mais alguém, funcionário de carreira, ou algum empresário ou alguém qualquer e lá estavam o Gabeira e a Natuza dizendo que era o gabinete das sombras, reuniões clandestinas, de negacionistas comemorando as centenas de mortos naquele dia... 
Gostaria de saber se as reuniões do ex presidiário durante seus dois mandatos, com os mais diversos empreiteiros, ditadores e aparelhados, também eram "gabinetes paralelos".
Desse tal gabinete surgiram várias outras expressões tipo "imunidade de rebanho", "gabinete do ódio" e "patrulhas ideológicas".
Essa esquerdalha brasileira sempre foi muito criativa e original pra buscar alternativas pra's suas frustrações.
Durante o regime militar vieram com o politicamente correto e hoje somos refens de bobagens tolas que nos cercam no dia a dia.
Hoje você não pode falar viado, tem que ser homossexual, homoafetivo ou LGBTHAYXWZ, você não pode falar crioulo, tem que ser afrodescendente, não podemos dizer "tira" (polícia) tem que falar agente da lei. Não fale mais quebra mola, fale "redutor de velocidade".
Não chame ninguém de crente, o certo é evangélico, mesmo se o mesmo estiver vendendo grãos de feijão pra não pegar covid...
Não chame o sujeito de ladrão, chame de Lulla, digo chame de cidadão que foi reprimido pela sociedade injusta e fascista. 
O presidiário tem que ser chamado de pessoa que cumpre determinações restritivas em local de segurança máxima, inclusive mesmo encarcerado é remunerado, etc.
Esse Gabinete Paralelo do Bolsonaro veio pra ficar e tem botado pra quebrar, porém a luta é muito desigual. Vejam vocês que o governo brasileiro nos últimos 6 anos não gastou 5 bilhões em saneamento básico (nosso país é totalmente carente desses serviços) e acaba de aprovar no meio da pandemia 5,7 bilhões de reais para o "fundo partidário"!?!?!?
Como diria o Lobão: um absurdo!!!
Pagamos nossos impostos, cumprimos nossos deveres, obedecemos as regras e em troca não temos nem o básico, o saneamento básico.
90% das cidades brasileiras jogam cocô e outras merdas em grande quantidade, todo santo dia, nos cursos d'água, enquanto isso o fundo partidário joga na mão desses cagões da política nacional, todo o nosso dinheiro que poderia estar fazendo a diferença no meio ambiente.
Falar em gabinete paralelo do presidente é muita cara de pau desses caras.
Imaginem as reuniões "paralelas" desses deputados e senadores, com lobistas e outras hienas, visando sangrar o erário sem dó e sem piedade?
Aí vem o DataRolha e diz que o Lulla, esse exemplo de ser humano, absolvido com louvor pelo gabinete paralelo e togado do STF, ganha de lavada no primeiro turno. Que 53% da população vota no molusco mas que tá com medo de sair nas ruas?
Eu ouvi dizer que 99,9% dos dos brasileiros não acreditam no DataFolha...
Agora o povo cubano resolveu acordar, a ditadura comunista implantada pelos irmãos Castro e bancadas pela Rússia, Venezuela e Brasil, com a escassez de grana ( O Putin é pão duro, a Venezuela tá na merda e o Brasil não manda nem mais um centavo e ainda acabou com o mais médicos, salários de 11 mil, 3 mil pro médico e 8 mil pro Fidel), estão pedindo liberdade!
Alguém lembrou do Chico Buarque, defensor do regime cubano: 
- Ele não vai falar nada, não vai se pronunciar sobre o sofrimento imposto em Cuba? 
Me parece que ao ser procurado, pra falar sobre a questão, esse Sr. não foi encontrado. Estava no seu gabinete paralelo... Em Paris!

terça-feira, 22 de junho de 2021

Imunidade de Rebanho

O grande Zé Ramalho da Paraíba no seu terceiro e sensacional disco: "A peleja do diabo com o dono do céu" , lançado há 40 anos, se não me engano 2 anos após o também fora do comum "Avôhai" e o do vinil mais raro e caro do Brasil atualmente, o disco "Paêbiru: Caminho da Montanha do Sol", esse em parceria com o falecido Lula Côrtes, já falava de rebanho, de vida de gado, povo marcado...
Nos dias de hoje, como diria Ivan Lins, com gabinetes paralelos, entubados pela rede globo-lixo e a lavagem cerebral diária imposta pela mídia marrom, o rebanho continua manso e caminha em direção do atraso.
Reparem que se você discorda das opiniões dos analistas da Folha e do Globo (lixo), você é considerado um fascista, você se transforma num genocida, você na verdade é um racista, um homofóbico desalmado que quer destruir o Brasil. Você quer desmatar a Amazônia e dizimar com os indígenas. Afinal você é um nativo, você não chegou por essas terras de barco, como diria a cria bolivariana, Alberto Fernández orientado pela Cristina Kirchner, a ladra dos pampas.
Na verdade o que ocorre é que a mamata acabou em alguns setores. A mamata bancada pelo tesouro nacional, bancada com os nossos recursos..
A mídia e a classe artística desse país vem deitando e rolando desde o fim da Revolução de 64, e os repasses bilionários de dinheiro nunca foram tão escassos quanto agora.
As estatais que bancaram até livro de poesia da Maria Bethânia, mega shows da baianada, cinegrafistas medíocres, jornalistas folgados e políticos corruptos, agora estancaram a sangria e estão fazendo o que deveriam fazer: gerando lucro e renda!
Por isso esse papo de imunidade de rebanho, de gabinete do ódio. 
O Lulla acaba de ser absolvido na Operação Zelotes onde todo mundo sabe que os filhos do presidiário deitaram e rolaram com capilés das montadoras de veículos. Acabou as benesses a Ford deu tchau e demitiu todo mundo.
A Rosa Weber de Hiroshima determinou que os governadores, que deitaram e rolaram com verbas da saúde, não precisam comparecer na covid, digo na CPI dos prejudicados, tadinhos.
Quem precisa de imunidade de rebanho é o cabeludo implantado do Renan, esse sim é um latifundiário e justificou seus ganhos astronômicos com operações com gado. Milhares de cabeças de gado. Pra quem não tinha nem bolo fecal no anel do seu intestino grosso pra defecar...
Fico imaginando o pior: Já pensaram novo governo do PT? O país de novo nas mãos do Lulla e orientado por um Zé Dirceu?  Dilma ministra? Benedita da Silva, Humberto Costa????
Isso não é previsão...é premonição! Irc, arrepia, sai coisa ruim!
 
 

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Lacração

A gíria sempre fez parte da minha vida, acho que exprime, traduz, muito melhor do que as palavras. Quando surgem situações em que nem existem palavras para definir, uma gíria pode resumir todo o imbróglio.
Oriunda do verbo lacrar,  que se refere ao ato de fechar ou isolar algo, no Brasil é popularmente utilizado como uma gíria, que serve de sinônimo para “arrasar”, “mandar bem” ou “ter sucesso”. Como gíria, o termo “lacrar” é usado como um elogio, uma forma de parabenizar alguém por ser bem-sucedido em algo. Dizem que surgiu no linguajar lgbtano.
Na política brasileira, não é bem assim  e o principal objetivo é a chamada "lacração". O termo, popularizado na internet, significa encerrar uma discussão polêmica com uma frase de efeito. É o contrário do debate, porque tenta promover o silenciamento do rival. E na maioria das vezes promove.
Geralmente quem adora uma lacração é a tchurma do PT, que só não promove a lacração total se o caboclo que emitiu algum som for da esquerda, principalmente da esquerda festiva.
Vale lembrar que Cuba está completando 60 anos de ditadura da esquerda. Fala sério: existe alguma coisa na ilha que dá pra comemorar???... Os charutos talvez, só que o povo cubano produz o fumacento mas não tem grana pra degustá-lo. O resto é pobreza e atraso.
Nesse exemplo o povo foi "lacrado" pelos Castros e literalmente estão ilhados há 60 anos. Por que será que a esquerdalha brasileira venera tanto esse regime sanguinolento, de censura e de nivelamento por baixo? 
Nos últimos anos, o verbo “lacrar” ganhou um novo sentido graças à militância de esquerda; agora ele significa “mandar bem”, “arrasar” ou algo do gênero. É como acertar o timing do “Fora Temer”, contrapor qualquer argumento daquela pessoa defensora da volta da ditadura militar ou iluminar entusiastas do “bolsonarismo” ou do “trumpismo”.
Essa turma acha que a lacração é um serviço gratuito que eles prestam aos leigos da direita...
O grande problema é que algumas vezes a “lacração” sai pela culatra como no embate entre João Dória (CA) e Amazon: A gigante da tecnologia apresentou uma peça publicitária em que perguntava “Cobriram a cidade de cinza?” enquanto exibia imagens de muros em pontos conhecidos da cidade de São Paulo, como o túnel 9 de Julho e a Avenida 23 de Maio, pintados de cinza. Em seguida são projetadas sobre elas trechos de obras de George Orwell, Carlos Drummond de Andrade e outros autores consagrados.
O prefeito João Dória (calça apertada) logo respondeu no Instagram: “Acabei de assistir ao comercial que a Amazon fez para o seu produto Kindle. Já que a Amazon gosta tanto de São Paulo, gosta tanto do Brasil, ajude a nossa cidade, ajude a quem precisa, doe livros para as bibliotecas, doe computadores para as escolas municipais, doe aquilo que a população precisa, para fazer desta cidade uma cidade mais feliz”.
Diversas empresas aproveitaram a oportunidade e compraram a ideia de Dória. 
A turma adepta da lacração, anticapitalista, anti-imperialista, claro, se posicionou a favor da multinacional americana, criticando as doações de livros, computadores, tablets e cursos para as escolas públicas e bibliotecas paulistanas. Lacração Ridícula.
Em dezembro de 2016 o governo federal anunciou o plano de reduzir o prazo para pagamento das operações com cartão de crédito para os lojistas para dois dias, e não mais 30.
A medida era semelhante à adotada na maior parte dos países e o prazo médio entre o pagamento e a compra, para o consumidor, pouco ou nada seria alterado. Ou seja, o governo propôs que as instituições financeiras pagassem com maior agilidade comerciantes e lojistas.
O Nubank, fintech que atua como alternativa aos modelos tradicionais de cartão de crédito, reagiu e ameaçou fechar as portas.
A turma das redes sociais (esquerdopatas), claro, correu defender o Nubank, esquecendo o quão benéficas seriam as novas regras para o pequeno empresário, afinal era absurdo uma startup financeira que recebeu em seus dois anos de existência R$ 600 milhões em aportes concorrer com instituições financeiras. Por outro lado, não viu nenhum problema para a pequena padaria do seu bairro aguardar 30 dias para receber. Ridículo novamente.
O episódio da divulgação dos grampos envolvendo a ex-presidente Dilma Rousseff ainda irá gerar longos debates. Há o argumento de que o prazo para os grampos já havia estourado e, além disso, o juiz Sérgio Moro supostamente não poderia grampear e divulgar as escutas. Mas deixemos isso de lado: vale lembrar que a esquerda nacional se posicionou favoravelmente à ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) quando grampeou o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Social) durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Estes grampos sim, foram sem autorização.
Logicamente é mais cômodo crer que aqueles que não seguem a mesma linha ideológica são manipulados ou simplesmente ignorados mas, de qualquer forma, toda vez que a esquerda se fecha em sua própria bolha pode até pensar que está “lacrando”. Mas, como dizem na própria gíria, não passou de um tiro no pé, mesmo sendo contra ou "lacrando" a compra de armas...
Enquanto isso o Lázaro oh?!?!?!

sexta-feira, 28 de maio de 2021

Ditados Populares e o Brasil

Os ditados populares são de uma sabedoria milenar.  Praticamente esculpidos em material de dureza de um diamante, por exemplo e validade infinita.
Alguns como "água mole em pedra dura tanto bate até que fura" e "aqui se faz aqui se paga" são infalíveis, são exemplos a serem seguidos dia e noite, mês a mês.
Quem joga pedra no telhado dos outros geralmente também possui telhado e de vidro. Jogam muita pedra ou falam o que não devem e acabam escutando o que não querem.
Esses ditados servem pra todo mundo, eles não tem raça, nem partido e não adianta ter dinheiro, ter poder ou religião. Servem muito pro's políticos ou defensores de alguma causa.
"Filho de peixe peixinho é" mostra que, no geral, os filhos têm atitudes parecidas às que têm os seus pais e vários exemplos temos na política brasileira: Renan Calheiros (o vagabundo) e Renanzinho (o vagabundinho), Helder Barbalho e Barbalhozinho, Lulla e Lullinha, Sarney e Roseana, etc.
Já "Onde há fumaça tem fogo" indica que, quando a pessoa desconfia de algo ou alguém por ter sinais, realmente há motivo para tal desconfiança. 
Nesse caso o fofo do senador Randolfe pode ser facilmente "achado" se tiver perdido no meio da floresta amazônica, pois quem faz churrasco é gaúcho e quem queima a rosca fala fino.
Temos também um dos mais famosos ditados usados nos quatro cantos do mundo, apesar de eu não concordar com o terraplanismo: " Diga com quem anda que lhe direi quem és" – afirma que o caráter de uma pessoa pode ser definido pelo caráter das suas amizades.
Analisando amiúde (by Zé Ramalho), o grande (no tamanho e no bolso)  presidente da CPI, Senador e ex-governador pelo Amazonas Omar Aziz, cuja esposa, Nejmi Jomaa Abdel Aziz, presa com três irmãos de Omar durante operação da Polícia Federal - Vertex  (desvio de recursos da saúde), por praticar  crimes de corrupção passiva, lavagem de capitais e organização criminosa., esse ditado cai como uma luva, né mesmo?
"Mente vazia, oficina do diabo" – apresenta que, quando alguém não tem atividades, o tempo ocioso toma conta da sua mente, motivando a ter pensamentos negativos. É o caso de um certo bosta, digo do Senador Humberto Costa, ex ministro do Lulla  sugerindo que o Brasil faz fronteira com o México. Segundo o petista, o ex-estrategista da campanha de Donald Trump, Steve Bannon foi detido por embolsar verbas de uma suposta barreira na “fronteira” entre os dois países. Com exceção do Chile e do Equador, todos os países da América do Sul fazem fronteira com o Brasil. “Steve Bannon foi preso porque estava roubando dinheiro da construção do muro para separar o México do Brasil”, declarou o parlamentar, na terça-feira 18. Quer dizer não é mente vazia é merda na cabeça!
Esse assunto, na minha opinião é inesgotável, porém quero encerar essa cronica com o ditado "Por ele eu ponho minha mão no fogo" – sinaliza quando uma pessoa confia cegamente na outra a ponto de acreditar em tudo que ela fala. Então eu pergunto: Você põe sua linda mãozinha no fogo pelo ex presidiário, digo ex presidente Lulla??? 
 

domingo, 9 de maio de 2021

Presente de Grego

Tira Couro de Minas continua sem prestigio com essa cambada de deputados que aqui aparecem na hora da eleição. Essa turma quando consegue uma cadeira nas câmaras estadual ou federal, blau, blau. Tchau pra galera. Na verdade eles tem muito serviço, são tão ocupados... 
Então  passam a azucrinar o governador ou o presidente pedindo as coisas mais absurdas e remendando de forma traumática todo o orçamento e/ou planejamento.
Nas prefeituras são os vereadores. Verdadeiros sangue sugas e oportunistas.
Aqui em Tira Couro de Minas, um tal de Noel Bobão é o mais bobão que já pisou na câmara e seus pedidos devem ser atendidos prontamente, além de orientados por outro bobo: o vereador Moreno! 
As refinarias de petróleo estatais altamente lucrativas pra quem tá lá dentro, paga seus impostos com CBUQ, ou seja: obriga o estado a aplicar essa praga de pavimentação = cara e fóssil!
Os deputados recebem parte desse óleo e repassam pro's vereadores que gostam de mandar mais que o prefeito. Pronto a merda tá formada!
Enxurradas, falta de drenagem, aumento da temperatura ambiente, poeira tóxica, operação tapa buraco e o dinheiro vai fora da cidade, impermeabilização, aumento da velocidade e pra fechar com chave de ouro: QUEBRA MOLAS ou como o Bobão aprendeu com seu mentor: REDUTOR DE VELOCIDADE!!!
Troquem o asfalto por piso de concreto, bloquetes!
Abram uma fabrica municipal de bloquetes. Gera emprego, o material é da região, o dinheiro fica na cidade, deputado vai ter que ralar mais, vereador oportunista também, redução da temperatura, recomposição imediata, tapa buraco instantâneo e permeabilização das águas pluviais.
Pôrra, será que ninguém enxerga isso!????

sacadinha do pum